Mostrar mensagens com a etiqueta Trabalhos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Trabalhos. Mostrar todas as mensagens

domingo, 31 de maio de 2015

Recriação

 No âmbito da disciplina de Oficina das Artes, foi proposto à nossa turma uma recriação de uma obra de arte. Para a sua realização tivemos por base três obras que serviram como referente para o trabalho: "Madame-Geneviève Marguerite de Senonnes" de Ingres, "Coty" e "Clown, Horse, Salamandra" de Amadeo de Sousa Cardoso. Optei por escolher a segunda. Para cada grupo de dois alunos era entregue um movimento artístico para a recriação das obras. De entre muitos estilos à escolha, decidi optar pelo o estilo Pop Art.
Depois de uma pesquisa sobre os artistas e a evolução da corrente artística ao longo dos anos, decidi basear-me no artista Robert Rauschenberg e em várias imagens que encontrei no Pinterest.
Como suporte para trabalhar escolhi a tela e utilizei uma técnica mista, de colagem e tinta acrílica.
As colagens foram feitas a partir de uma seleção de partes da obra do artista e editadas no photoshop de modo a simular a serigrafia, técnica muito utilizada na Pop Art.

As cores utilizadas foram cores vibrantes e as sombras sem gradação, características predominantes do estilo artístico.

Coty, 1917 - Amadeo de Sousa Cardoso

Sem Título, 2015 - Sandra Medeiros


Instalação Artística - Fragilidade (final)

INSTALAÇÃO ARTÍSTICA

Maria João Monteiro
Sandra Medeiros
Susana Câmara

ABERTURA - 21 DE MAIO



A pedido nosso à administração do centro comercial solmar, foi nos concedido o espaço da loja 104, no 1º piso. Um espaço com alguma luz natural, o teto coberto de espelhos que reflete o que está por baixo, criando uma perspetiva profunda. Começamos por esticar a rede (suporte que arranjamos para colocação dos espelhos, visto que não podiamos danificar o teto), colocando-a em lugares estratégicos para dar movimento e dinâmica ao espaço. Dispusemos então os espelhos pendurados ao longo da rede, equilibrando-os no espaço. Alguns espelhos foram deixados no chão propositadamente demonstrando a fragilidade humana, na quebra fácil do espelho em contato com o chão. Analisando o espaço depois de tudo isto feito, constatamos que precisava de algum movimento, então decidimos colocar uma ventoinha, dando assim, com ajuda de um foco suspenso, algum movimento ao local, através também de sombras projetadas. Cobrimos também o chão, inicialmente em tijolo branco, com papel de impressão, dando um ambiente de tranquilidade e aconchego. Outra das vantagens do chão ser branco, foi que conseguiu-se dar profundidade ao  espaço. No espaço, pode-se visualizar isso através das linhas azuis do chão do estabelecimento que refletem para dentro do espaço, dando também a sensação de prolongamento das mesmas.










segunda-feira, 27 de abril de 2015

Instalação - Fragilidade Humana

Após uma intensa pesquisa dos simbolismos e imagens sobre instalações feitas a partir de espelhos, chegamos finalmente ao nosso conceito - A fragilidade humana.
O conceito surgiu entretanto enquanto se analisava as caraterísticas do espelho e uma delas é o facto deste ser frágil, ao mesmo tempo que reflecte a nossa imagem.
Pesquisamos sobre fragilidade e o resultado foi o seguinte:

“A fragilidade é a qualidade dos objetos e materiais de perder seu estado original com facilidade. Ainda que tecnicamente a fragilidade se defina mais propriamente como a capacidade de um material de fraturar-se com pouca deformação.”             

Wikipédia


“O que é fragilidade: s.f Característica do que é frágil. Tendência natural para quebrar; fraqueza.”

     www.dicio.com.br/fragilidade

Decidimos associar as caraterísticas da fragilidade dos objetos (neste caso do espelho) à fragilidade humana.


O ser humano é surpreendido com incómodos e inconveniências que a vida por vezes lhe prega. É a sua fragilidade que o impulsiona a viver, pois este tenta escondê-la e isso requer um grande esforço.


[Sneak peak da instalação]




quarta-feira, 4 de março de 2015

Objetos Incongruentes | Eu + Susana

Memória Descritiva:

Para a realização dos nossos objetos incongruentes começamos por fazer uma pesquisa sobre os vários objetos existentes na internet e no livro trazido para a aula pela professora. Optamos por escolher fazer uma linha de roupa com sapato, mala, relógio, calças e blusa. Primeiro começamos por tornar o sapato incongruente virando o tacão ao contrário, à medida que a pessoa andasse, o tacão partir-se-ia em pouco tempo. Em seguida pintámo-lo juntamente com o resto da sola, para um melhor acabamento. Na mala, decidimos retirar o fundo, o que tira por completo a sua utilidade. Para o relógio, substituímos a parte da pulseira com a prega pela parte dos furos, fazendo com que o relógio deixasse de prender no pulso. Nas calças e na blusa tiramos a sua utilidade apenas cozendo a bainha das calças e no caso da blusa, as mangas e a gola. Os nomes escolhidos para os objetos foram os seguintes:

Sapato – Otlas (salto ao contrário)




















Mala (sem fundo) – Airosa


Relógio – Desapegado

























Calças – Despernadas

























Blusa – Desmembrada



Relatório Crítico

Durante a realização do nosso trabalho, surgiram alguns problemas de entre os quais a remoção do tacão, que resultou num ferimento de um colega de turma, havendo a necessidade de retirá-lo em casa com ferramentas mais apropriadas. Em relação à mala o aspeto negativo foi o acabamento nas bordas com a cola a quente.
Em relação ao relógio, a nossa ideia inicial seria usar as duas partes da pulseira com a prega, mas só conseguimos arranjar uma, por isso tivemos a necessidade de juntar as duas partes da pulseira com os furos.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Livros de Artista

Memória Descritiva:

Para a realização do meu livro de artista, comecei por fazer uma pesquisa sobre os diferentes formatos de livros que existiam e optei por escolher fazer dois livros túnel em dois formatos: o primeiro retangular, em formato de concertina, e o segundo quadrado com o interior em forma circular, no formato normal de livro com argolas, ambos em cartão canelado.
Foi-nos proposto pela professora que o nosso livro de artista fosse todo ele criado a partir de mancha. Começei por criar as minhas manchas com aguarelas em papel cavalinho. Depois de secas, começei, a partir das manchas, por criar personagens com base nas minhas ilustrações.
Recortei-as em cartão e fotocopiei-as em papel autocolante para de seguida colá-las no cartão nos seus respetivos contornos.
As bordas dos livros foram também elas forradas com fotocópia das minhas manchas como também o papel utilizado para fazer o efeito de concertina. No livro retangular utilizei as manchas em tamanho real. Para o livro quadrado, cortei-as em várias secções em tamanho aumentado no computador e usei o efeito negativo e preto e branco para a frente e verso de cada página.
No primeiro livro, as folhas de acetato foram também colocadas para dar o efeito de desfoque à medida que os planos se afastam. Relativamente ao segundo, utilizei folha de acetato apenas na primeira página para remeter para uma janela de submarino, visto que o tema que escolhi foi o fundo do mar.


Relatório Crítico

Primeiramente foi-nos proposto pela professora a criação de uma maqueta do nosso livro de artista. Depois de realizada a minha pesquisa, a minha ideia original do livro era fazê-lo em formato retangular, com argolas. Mas depois decidi aplicar esse formato a um segundo livro, e para o retangular decidi usar o formato de concertina.
Para os dois livros baseei-me no tema do fundo do mar, daí as personagens terem cabelos em forma de corais, com peixes e outros animais marinhos. O aspeto negativo do segundo livro foi o acabamento das bordas do livro, mas no fim penso que consegui executar o que pretendia em ambos os casos.


Livro 1






Livro 2









sábado, 13 de dezembro de 2014

Trabalho [Concurso Medeiros Cabral - 3ª Edição]

Relatório Crítico:

O meu projeto inicial seria construir a minha peça com um elemento que tivesse a haver com o meu conceito que foi o sustento, e para isso pensei em colunas/pilares, visto que a sua função é suportar a casa da família, fazendo a ligação assim com o sustento do trabalho para sustentar a sua “casa”, ou seja, a sua família. Primeiramente, a minha peça seria realizada tendo influências nas obras de Louise Nevelson, mas não me agradou à medida que ia fazendo registos da peça.
Então, foi-me proposto pela professora a pesquisa dos trabalhos de Joseph Cornell, fazendo assim o meu trabalho com vários caixotes de cartão, e que integrasse a história da minha família na minha peça.
Ao desenvolver a ideia dos caixotes, vi que não estava a funcionar da maneira que pretendia, então surgiu a ideia de fazer a minha peça a partir de uma mala vintage. A partir daí, segui a ideia de integrar a história da minha família no meu trabalho, colocando assim elementos no interior da mala que a representasse.
Baseando-me então na imigração/trabalhos instáveis (como por exemplo a vida de tripulante, daí os instrumentos de navegação no trabalho), como sendo um dos fatores de sustento da família, penso que a minha ideia foi bem sucedida e penso que consegui transmiti-la assim através dos objetos colocados na minha assemblage.

Esboço:



Trabalho Final:



As Viajens da Vida (2014) - Sandra Medeiros



Memória Descritiva:

Para a realização da minha peça, o conceito em que me baseei foi o sustento. Para que sejam fornecidas as melhores condições de vida para cada família, são muitas vezes necessários muitos sacrifícios. Um deles, independentemente de ser em última instância, ou não, é a imigração. No meu trabalho, são visíveis os elementos introduzidos, que representam esse mesmo conceito e que remetem para as viagens feitas e as memórias que ficam e que vão. Em paralelo, fica os registos dos sacrifícios que muitas profissões exigem. Servem de exemplo as profissões em que obrigam a que muitas pessoas passem os seus dias de trabalho a andar de território em território, causando assim distanciamento entre a sua família.

Trabalho de Gestalt (2)

Após a sequência anteriormente realizada, foi-nos proposto pela professora selecionar uma das páginas da sequência, aumentá-la de tamanho e explorá-la. Selecionei a primeira página e pintei-a em tela com tinta acrílica. As cores escolhidas foram inspiradas no quadro de Sandu Darie.


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Trabalho de Gestalt




Trabalho realizado em Photoshop com formas de losango/quadrado. A lei da Gestalt utilizada neste trabalho foi a lei da pregnância. Esta lei defende que na imagem acima, à primeira vista, é nos logo percetível uma série de quadrados/losangos, em vez de formas muito mais complexas.